lá fora a chuva rega de mansinho a erva que cresce sem que tu dês conta.
o som da noite ecoa no meu ser recolhido no calor do aconchego das letras e dos pinceis que rodam por entre a mão da minha filha ,que não desiste de ver brotar das cores das tintas misturadas uma imagem que lhe esbugalhe o olhar de espanto pela imagem que há-de surgir.
Iniciei .
Deixo que brote de dentro de mim,a palavra....
E fico-me assim a pensar que este é um espaço de paragem nos afazeres diários,um momento de encontro comigo própria .
Vida à solta em qualquer minuto que o tempo quiz deixar nascer.
1 comentário:
Pode andar Palavra à solta mas o que paira ainda mais por ai é a imensiadão das suas palavras...
Faz com que façamos uma reflexão sobre as suas palavras e digo lhe que fico muito melhor, obrigado...
Enviar um comentário