
Não fiquem junto à minha campa, a chorar.
Eu não durmo e não vou lá estar.
Serei mil ventos a soprar.
Serei neve,diamante a cintilar,a luz do sol nos grãos a amanhecer.
Serei doce chuva de Outono,caindo.
Quando acordarem.na calma do alvorecer,serei estrela suave,na noite luzindo.
Não fiquem junto à minha campa, a chorar.
Eu não morri.Não vou lá estar...
( na partida do Mário dia 10 de Julho)
1 comentário:
Há tanto de concreto como de simbólico nesses versos.
Beijinhos
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