
Tomaste em tuas mãos a minha alegria,
moldaste-a como se fosses dela o artesão,e como criança que experimenta dar os primeiros passos e resiste ao tombo
procuraste ensaiar comigo a dança da partilha e da novidade que inaugura cada manhã.
Ergui os meus olhos para ti, e não consegui ver pombas no teu olhar.
Vesti-me de saudade para ti,e tornaste-te real como a melodia que pairava em meu redor.
Inventei-te!..
e nesse mesmo instante fui eu a artesã e tu a alegria.
6 comentários:
Que fofura de imagem, amei.
Obrigada pela sua visita, como é bom interagir com as pessoas.
beijooo.
Nas horas tardias que a noite desmaia
Que rolam na praia mil vagas azuis,
E a lua cercada de pálida chama
Nos mares derrama seu pranto de luz
Fagundes Varela
BOM FDS.....Beijos no coração!!M@ria
*
vou bailar
no meu batel
além no mar
no palco
ternurento de criança !
,
lindo poema o teu,
,
brisas serenas,
,
*
Amiga, lindo poema e uma doce e terna fotografia, parabéns.
Tenha uma excelente semana
bjs do tamanho do infinito
Maria
.
. sou do que és . és do que sou .
.
. da metamorfose re.nasce a união, empática e enfática, porque não? .
.
. um beijo .
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Bela imagem. Belo texto! :) Boa semana.
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