13 dezembro, 2010

a cada um


No peito de cada um de nós há um coração moldado pela vida.

Há os que o guardam palpitante como um pássaro e os que o esqueceram

por terem deixado de o sentir.

Há tantos e tantos corações diferentes que de formas diferentes vão moldando outros!

Há corações incendiados e corações de gelo.

Corações de ouro e corações de chumbo.

Há corações que transportam privações antigas e parecem nunca atingir a saciedade e há os
que transbordam como fontes inesgotáveis.

Que coração trazemos em nós?

Que coração palpita dentro de quem cruza o nosso caminho em cada dia?

8 comentários:

O Árabe disse...

Assim é: em cada um de nós, a Vida se manifesta em obediência ao que dita o coração. :) Bela postagem, amiga; boa semana!

poetaeusou . . . disse...

*
amiga,
a cada um,
o seu coração de ...ouro !
,
conchinhas,
,
*

RETIRO do ÉDEN disse...

Quero ter um coração de Ouro...mas não sou capaz! já o tive...
Uma boa semana por aí
Bem-haja por esta bela partilha
Bj.com carinho
Mer

vieira calado disse...

Sem dúvida que o "environement"

molda os corações.

Compete a todos e,

em particular ao estado,

criar boas condições para todos.

Saudações poéticas

LOURO disse...

Olá Tita!

Belo texto/poético!!!
O coração é só um mas o seu palpitar,reage consuante os momentos de alegria,tristesa ou raiva...
Bom natal!!!
beijinhos de carinho e amizade,
Lourenço

franciete disse...

Minha querida, no meio de todos esses corações ainda falta os que pensamos que são de ouro, e, acabam por ser de lata nem pechisbeque chegam a ser. Mas cada um só tem o coração que merece e o teu eu acredito que tem muito, mas muito valor.
Beijinhos de luz e muita paz

Luna disse...

cada um tem o seu proprio sentir e a cada instante o seu coração pode ser moldado para cada ser
beijinhos

Sara S. disse...

Em nós trazemos a emoção que nos guia nas acções, que se altera a cada contacto e que é influenciado por ritmos exteriores.
Os outros carregam o seu, diferente do nosso, que se revela nos gestos, nas palavras, nos comportamentos e que aprendemos a conhecer assim que reconhecemos a alma e o ser de quem faz parte dos nossos dias.

Arquivo do blogue