24 novembro, 2010

Ecos de vida


Caminho para o deserto uma vez mais

e oiço o silêncio longo do meu caminho.

Dirigo.me para o deserto uma vez mais,

percorro de instante a instante a morada do sol

e aprendo o humildade das areias.

Vou ao deserto despir o que me pesa

e deixo em mim apenas o essencial e o sabor do sol...

6 comentários:

poetaeusou . . . disse...

*
adorei,
,
o som do deserto,
queima o silêncio !
,
conchinhas,
,
*

vieira calado disse...

E também deixou

um bonito poema!

Saudações poéticas

franciete disse...

É mesmo meu amor de amiga, se cada um de nós aos poucos fosse despindo e descartando tudo aquilo que nos pesa, a jornada seria bem mais fácil de fazer. Mas nós somos todos um pouco amigos de carregar com tudo, não só com as nossas cargas, como ainda levamos as cargas do próximo e, aí! Não há ombros que aguentem, embora muitas são as vezes em que nem damos conta do peso que levamos.
Beijinhos de luz e muita paz

Pelos caminhos da vida. disse...

Belissímo...

beijooo.

O Árabe disse...

É buscando refúgio em nossos próprios desertos, que encontramosr os nossos oásis. :) Bom fim de semana.

Sara S. disse...

Ao despojar os pesos que se carregam, nesse percurso pessoal e atitude íntima, segue-se o regresso ao lar. E em todos os momentos estaremos aqui para te acolher :)
Só não prometo o sabor do sol porque está muito frio nesta altura.
Beijinhos

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