27 novembro, 2010

Diagnóstico

Não estou livre.
Sou bicicleta na noite,com travões desafinados.,,
Prisioneira de mim,dos outros,da Vida...

Hoje queria esta aguerrida teimosia...






Livre não sou,

que nem a própria vida mo consente

mas a minha aguerrida teimosia/

é quebrar dia a dia um grilhão da corrente.

(Miguel Torga )

6 comentários:

Anónimo disse...

Eu te ofereço flores
Como prova de amizade
Flores de todas as cores
Com cheiro de felicidade

Denise Pires

BOM FDS....Beijos meus! M@ria

Maria Rodrigues disse...

Amiga, excelente escolha. Obrigado por todas as suas visitas e doces mensagens.
Tenha um domingo maravilhoso
Beijinhos
Maria

Luna disse...

nunca seremos livres, existem sempre elos, ainda que possamos trabalhar na não identificação, mas como dizes podemos sempre ir quebrando grilhões limando arestas, esse é o caminho
beijinhos

Maria Luisa Adães disse...

Miguel Torga

E sua inédita forma de dizer.
Todos os poetas são inéditos...

Adorei a encontrar no meu blogs!

Bom poema! Boa escolha!

Maria Luísa

franciete disse...

Estes grilhões que carregamos
dia a dia hora a hora
são os espinhos cravados
das dores passadas outrora

Ao partir nossos grilhões
com tanta dificuldade
quando todos se partirem
já estamos em liberdade

Minha querida amiga linda
de bom coração e alma
que Deus te dê toda a vida
muita coragem e calma

beijinhos de luz e paz

. intemporal . disse...

.

. deixo elos soltos ao vento, porque o talento é também um momento de alento .

.

. que encontro sempre aqui .

.

. um beijo meu .

.

. com amizade .

.

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